Uma cultura organizacional saudável é uma das maiores responsáveis por um bom trabalho em equipe. Já sabemos que os bons resultados de uma organização são frutos de um trabalho realizado em parceria, em que os colaboradores se empenham por um bem comum.

 

A cultura organizacional pode ser entendida como o conjunto de elementos que influenciam o clima de uma empresa. Esses elementos podem ser crenças, valores, hábitos e normas. Em um ambiente de trabalho ideal, a cultura organizacional harmônica é o que mantem a sinergia entre a equipe e garante a produtividade da empresa. Mas sabemos que na realidade, este nem sempre é o cenário real das organizações.

Cultura organizacional tóxica

Você sabe como reconhecer uma cultura organizacional tóxica? Este tipo de cultura não está ligada a um único fator. Existem sinais que podem ser observados e estão no dia a dia da organização, influenciando negativamente o funcionamento do time.

Alto índice de turnover

O turnover, ou em outras palavras, a rotatividade de colaboradores de uma organização, é um importante fator para determinar como está a cultura organizacional de uma empresa. Um alto índice de turnover pode indicar um ambiente de trabalho estressante, falta de incentivo, e até mesmo falta de liderança. O famoso “entra e sai” de colaboradores, geralmente está ligado a fatores negativos que estão enraizados no dia a dia da equipe.

Equipe desmotivada

A desmotivação da equipe é um dos principais sinais de que a cultura organizacional do ambiente de trabalho não está harmônica. Quando um colaborador não está engajado, a tendência é que ele não se anime com os projetos da corporação, e a consequência direta disso, é uma queda brusca dos níveis de produtividade.

Alta competitividade e fofocas

A competitividade no ambiente de trabalho não é algo necessariamente negativo. No entanto, quando ela acontece de maneira excessiva, é comum que o clima corporativo se torne tóxico. Um exemplo claro é quando os colaboradores começam a ficar horas e horas trabalhando além do horário definido para ver quem cumprirá a meta do mês.

Além da competitividade exagerada, as fofocas podem ser responsáveis pela construção de uma cultura organizacional tóxico. A necessidade de falar escondido aponta para a falta de confiança para expressar opiniões e pontos de vista diferentes. A consequência disso é a desmotivação, falta de segurança entre a equipe e alta taxa de rotatividade.

Como reverter este quadro?

O primeiro passo para mudar uma cultura organizacional tóxica é reconhecê-la. Nem sempre um líder está disposto a admitir que em sua organização este tipo de comportamento se faz presente. Faça uma reflexão e analise se em sua empresa algum destes “sintomas” se faz presente no dia a dia da equipe.

Tendo chegado a uma conclusão, é hora de agir. É essencial que o líder se mantenha engajado e interessado neste processo de mudança. Nada convence mais do que o exemplo. É preciso que as mudanças partam da liderança, e todos, realizando um grande trabalho em equipe, façam sua parte.

Ouvir os colaboradores é essencial. Saiba escutar com atenção o que os incomoda, e trace estratégias para melhorar. A criação de um canal de escuta anônimo é uma boa opção para que esse processo seja totalmente seguro e transparente. Dessa forma, colaboradores podem descrever o que há de positivo e o que precisa melhorar. Isso trará um ótimo panorama da situação.

Outra opção é contar com uma ajuda externa. Uma consultoria, por exemplo, pode trazer uma nova visão para o assunto e assim, não haverá opiniões enviesadas que levem em conta apenas os desejos de determinado colaborador.

Não existe uma cultura organizacional perfeita, o que existe são organizações buscando sempre melhorar. A evolução tem que ser constante, e para isso, o trabalho em equipe é essencial.

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