De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação (FAO), para garantir o equilíbrio da segurança alimentar mundial a produção de alimentos precisa aumentar em 60% até 2050.

 

Isso por si só já seria um grande desafio para o agro, mas ele não o único:

Ainda que venha de uma crescente comprovada nos últimos anos, o agronegócio brasileiro vem sentindo o impacto causado pelo êxodo da população do campo para as cidades.

Além disso, a falta de gerenciamento eficiente em negócios familiares, e o despreparo em relação à chegada da tecnologia também são entraves para os empreendimentos rurais nacionais.

Diante deste contexto, muitos produtores (pequenos e grandes) também não têm expertise em gerenciar e valorizar adequadamente as pessoas com quem trabalham.
Isso trouxe uma rotatividade profissional muito grande para o agro. Ao mesmo tempo, resultou na escassez de mão de obra qualificada no setor.

Não basta só o melhor maquinário e um solo fértil: Pessoas são o principal ativo de qualquer negócio!

Ninguém aqui vai negar que os avanços tecnológicos trouxeram automação para diversos processos produtivos nas fazendas brasileiras.

Porém, se de um lado as máquinas agrícolas realizam o trabalho de forma cada vez mais eficiente, do outro a participação humana segue sendo imprescindível tanto para operar este maquinário, quanto para realizar várias outras atividades da produção.

Profissionais com conhecimento técnico, experiência e competências comportamentais bem desenvolvidas, também são muito necessários para saber manejar cultivos e times com eficiência, além de possuírem responsabilidade no uso de recursos naturais e humanos.

É por isso que seus colaboradores devem ser considerados os ativos mais valiosos também no agro.

E, para cuidar do que é mais precioso no seu negócio, desenvolver pessoas e suas habilidades comportamentais é um investimento indispensável.

Como investir em pessoas e ter resultados?

Com o programa de desenvolvimento adequado o gestor do agro consegue, por exemplo, reconhecer e gerenciar as competências técnicas e também comportamentais (soft skills) dos trabalhadores. 

Entender se o colaborador é capaz de lidar com problemas e propor soluções com eficácia, permite que ele seja colocado em uma função estratégica da sua empresa rural.

Além disso, a administração de recursos humanos também conta com valiosos métodos de avaliação de desempenho e análise de resultados.

A StepU tem programas exclusivos e expertise para ajudar você nesta empreitada!


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